domingo, 27 de setembro de 2009

O anseio do Infinito

Continuando com a mesma linha de pensamento da postagem anterior, confirmo que tudo o que falam sobre Deus é pouco quando você experimenta. Mas hoje irei me ater ao que pensam sobre esse "experimentar".

Chega a ser engraçado quando questionam minha fé. Alguns ainda tentam dar uma ‘disfarçada’ no diálogo, repleto de julgamentos já feitos. Mas, mais engraçado ainda, são uns que querem ter um discurso bonito; colocam umas palavras difíceis, uns pensamentos filosóficos que nem elas entendem, etc, e acham que estão “por cima da carne seca”.

Graças a Deus tenho me livrado cada dia mais dos respeitos humanos, já não me importando com o que pensam sobre minha fé. E fé que sempre deve ser equilibrada com a razão, pois como diz o meu querido Papa Bento XVI, “a crise do tempo presente consiste em que falta mediação entre o âmbito objetivo e subjetivo, e a razão e o sentimento vão se distanciando, e, com isso, ambos adoecem”.

Não quero me estender muito, e nem devo. Afinal, não posso/consigo transmitir a grandiosidade do anseio em mim foi criado, como bem diz uma música antiga que só agora faz sentido pleno: Me puseste uma brasa no peito e uma flecha na alma. É difícil agora viver sem lembrar-me de Ti”.

Pra encerrar, nada melhor do que o meu Pedro, meu Papa:


“No homem vive indelével o anseio do infinito. Nenhuma das respostas dadas foi suficiente: apenas o Deus que se fez a si mesmo finito, para romper a nossa finitude e nos conduzir à imensidade de sua infinitude, responde ao questionamento do nosso ser. Por isso, hoje, a fé cristã recuperará o homem. A nossa missão é servir a Deus com ânimo humilde, com toa a força do nosso coração e do nosso entendimento.” Bento XVI (Fé, Verdade, Tolerância)


Que Ele nos abençoe e nos guie.

Amém!

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